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o ator imaginário


Frogville, a cidade da chuva!

Chuva. Último dia de um sequência longa de trabalhos.

Hoje à noite volto para São Paulo. Florianópolis só chuva...não pensem que fui à praia. Fiquei no centro.

Ontem respondi a algumas perguntas bem pertinentes sobre Percepção de Risco. 

O Ator muitas vezes quer segurança, saber o que vai fazer para prever...entretanto a resposta é vaga.

Filmes são feitos de muitos pontos de vista e é difícil compreender todos os pontos de vista numa explicação.

A falta de uma afirmação clara do diretor, nem que seja provisória, aumenta a ansiedade. 

A ansiedade afeta diretamente a percepção da realidade que nos cerca e os estímulos que recebemos. Ficamos fora do compasso

o que aumenta ainda mais o quadro de ansiedade. É uma bola de neve.

Porém por falta do díalogo direto, de se fazer perguntas e do excesso de direção (atores também gostam de dirigir) ficamos muitas vezes irritados ou à deriva

rendendo menos do que desejaríamos ou podemos.

Aí diminui a percepção do que se faz e como faz. Tudo que aprendemos foi pelos sentidos. Todo pensamento surge através de um estímulo fornecido pelos sentidos.

Mesmo indiretamente já que a base de todo pensamento são imagens, figurativas, abstratas ou esquemáticas. Os sons são transformados em imagens assim como os movimentos....

Estou me alongando um pouco... para dizer que há algum tempo desde o Blindness (Ensaio sobre a Cegueira) passei a utilizar mais a minha percepção por ser mais imediato do que a Consciência que requer mais tempo para formular.

Amanhã falarei mais sobre esse assunto e sobre o trabalho do ator no cinema, interpretação e direção.

O Endereço da palestra se encontra mais abaixo.


 



Escrito por Christian Duurvoort às 13h45
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